Traipu realiza caminhada de conscientização e combate à exploração infanto-juvenil

Dezenas de crianças e adolescentes, alunos da rede municipal do município de Traipu, foram às ruas neste dia 18 de maio, para lembrar à população sobre o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual infanto-juvenil.
A Prefeitura de Traipu, por meio da Secretaria de Assistência Social, organizou uma caminhada pelas ruas da cidade, para marcar a data no município. A ação aconteceu em parceria com o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), com o Conselho Tutelar, e com as Secretarias da Criança e Adolescentes e da Educação.
As crianças e adolescentes traipuenses caminharam pelas principais ruas da cidade, exibindo cartazes, faixas e panfletos. Eles usavam camisetas com a flor símbolo da infância e o slogan da campanha nacional, “Esquecer é permitir, lembrar é combater”.
O objetivo da caminhada foi promover a conscientização sobre a necessidade de proteger as crianças e adolescentes de todas as formas de violações de seus direitos, e, principalmente, do abuso e da exploração sexual. Além de estimular a reflexão sobre o papel da sociedade no combate a esse tipo crime.
Além da conscientização, a ação realizada em Traipu alertou também sobre uma das formas mais eficazes de combater abusos e explorações, que é a denúncia. Ela pode ser feita por meio do Disque 100, um canal da Secretaria Nacional de Direitos Humanos (SDH), que funciona 24 horas por dia. A ligação é gratuita e a identidade do denunciante é mantida em sigilo. Após recebidas, a denúncias são analisadas e encaminhadas aos órgãos responsáveis.
Segundo dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), em todo o Brasil, nos cinco meses de 2022 já foram registradas 4.486 denúncias de violações de direitos humanos contra essa população ligados a situações de violência sexual.
O Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi instituído em 2000, pelo projeto de lei 9970/00, incentivado pelo assassinato de Araceli, uma menina de oito anos que foi drogada, estuprada e morta por jovens de classe média alta, no dia 18 de maio de 1973, em Vitória (ES). Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje permanece impune.
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